O GRUNHIDO DO CIC
Nas hipófises da continuação da metrópole
O CIC tem cheiro de enxofre
Com o tempo vai se acostumando
Nos olhos do Gato
Zualdson Rodrigues encara um drone pela janela de onde por hora toma um solzinho ☀️
Entre as cortinas de mentiras dos vizinhos
Nesta época
A alegrias dos enfeites de natal
Pisca pisca iluminatis
Papai Noel era verde cor de terra, um duende, ainda é
São Nicolau
Zualdson Rodrigues corre em um colapso de sentido avisar a turma
Gruééééummmm! 🐈⬛
Ele fez bem assim
Todas as Baiéias levaram a sério e o encararam
(Termo que uso pra chamar as gatas)
Gataria, bichanada
Não era drone coisa nenhuma dessa vez
Mas sim um barulho que parecia sair dentro de um túnel
Um grunhido ecoante, parecesse alguém que queria se comunicar,
Na janela a certeza da gatarada e os olhares profundos de preocupação não desperdiçavan aquele momento
E aquele som que não parava e qual era o motivo, um pedido de socorro?
Uma simples coincidência?
Um silêncio pareceu acalmar tudo e....
Tchufffffff!
O grunhido fica mais agudo
Zualdson Rodrigues começa a flutuar começando a primeira bruxaria
Epifese II
O mistério dos olhos azuis
Enigmático
Aqueles olhar que te pega de encontro
Quando faz um franguinho então!
Uma cantoria musical
Trangalhadanças e uivos
Um felino feliz!
Nona Sinfonia ( Eu Sempre estive aqui)
Na magia do espaço Sideral
Os átomos precisam das moléculas
O presente precisa do futuro
Os movimentos de um ser de vida brilhante chamada Pixuirri
Uma enigma ainda não decifrada pela ciência
Simples existiu
Yng yang estampado na face
Ela respeita Zualdson
Mas no canto de olho em uma pisada falsa na cadeira
La ela avista!
A sombra de uma costinha ajeitando se no caminhar
Aquele olhar de baixo pra cima
Aquela certeza de ser cinza
De ser Karinina
Ela tem força
As duas paralisaram
Aquele encontro épico
Chega até ser Bonito
O encontro das bruxas
Epifese 4
O olhar de coruja 🦉
Analisando todo esse drama
Elô de Elôba
Elozinha
Já passou por várias, veio toda fudida
Ela agradece a todos momentos, chega ate me dar culpa
Elozinha se depara com Pixuirri e Karinina em catalepsia
Da de ombros
Corre para a janela
E só espera
Somente espera aquele drone vigiante
Felina e brilhante
Em um salto preciso
Ela monta no drone
Que o leva pra mostrar
Onde mora o grunhido agudo do CIC
Zualdson Rodrigues da duas voltas em seu pelego e se ajeita conformado olhando a partida
Capítulo doismilevinteenove
O olhar cintilante
La por 22 e pouco
Sabia que ela iria voltar
Mas não deste jeito
Acordei com um drone flutuando na minha pança
E Elozinha no controle
Parecia uma ciganinha
Parece nada, ela é!
Olhos de coruja cintilantes
Ela trouxe uma mensagem
(postar o grunhido do CIC)
Epifise quarentamile10
Cateto versus hipotenusa
Há tempos nem Adonai proteje
O grunhido do cic ainda invade os ouvidos, uma espécie de ronronar gigante, mas não de calmaria dos animais
E sim de criação de algo superior
Elozinha pulou do drone
Eu a beijei na testa
(Costume peculiar de carinho)
Como vou saber a mensagem que ela trouxe?
Epifise 408
Descobrir os sinais
Lá por tantos e tantos dias
Os dias falam
As vezes o dia só fala dramas
Eu ainda precisava saber quala origem do grunhido do cic
Um pergaminho no crânio
Algo a ser decifrado
Estive pensando em parar de acreditar no medo
E mandar essa energia pra coragem
Andei acompanhando os olhares da Elôba, mas na real sempre chamei- a de Elozinha
Sabe, tbm chamo ela de Paceah! Seria tipo parceira em "gatonês".
Com um pulo, pulo certo encontrado
Ela subiu na máquina de lavar
E com um jeito Elozinha de ser, frajolinha ela é!
Com um olhar verde sol alecrim
Ela mia me chamando
Em cima da máquina de lavar roupas....
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(Efeito publicidade)
Esse poema é pra Pixuírri, chama-se Florzinha do Oceano
No mar azul ciano
tão calmo
que parece falar
Te amo!
(postar áudio cantando)
O grunhido do Cic ecoa
Continuar daqui
Um brilho taciturno flutuando no próprio eixo
Tossiu no ar, e escarrou,,, mas na verdade, era só uma cabana de carne
Dentro do búfalo havia um mandorová gigante que parasitava ele
fazia um tempo já
Tem situações na vida que não preciso obedecer
Epifese Haduken
Os oito olhares pularam em sincronia metódica e ágil,, e as unhas tão afiadas feito uma navalha do sereno... nas costas do mandorová gigante
4 gatos montados corvoviando no vilão!
Uma cena em câmera lenta em 360 º
mordidas e gritos
Mordidas de defesas
Raivas pela certeza
Quando estamos com raiva, nos transformamos
Os caninos dos felinos e o rostinho de cada um com sua própria raiva-ira,
Selvageria pura!
Mesmo assim, o mandorová parasita gigante, começou a grunhir baixinho
E num respiro de apavoro e existência ...
GHUNHIU!!!
Feito um átomo preenchido ele grunhiu tão forte, mas tão forte...
que estremeceu o prédio e as descargas dos vasos sanitários foram acionadas
( muito mais forte quanto janelas de casa ao passar na frente um caminhão)
Um verme rastejante, um casaco de couro
Se desviou fibrilando na força da sua fuga
Os oito olhos, ajustavam os seus melhores golpes de garra-agulha
nas costas do meliante
Mesmo assim, retorcente e sonoro
Mergulhou no vaso sanitário, expelindo os gatos das suas costas
e assim o cic todo começou a ouvir
o verdadeiro grunhido da sua liberdade
entre o seu mergulho
e a sua raiva de apanhar dos gatos
Um estrondo nunca ouvido
Inimaginável aos ouvidos
Um grito de verme antes hora-hora fosse
Tal qual agora maior é!
A velocidade correndo ao lados dos seus olhos
Mandorová gigante escapando pelo esgoto
Uma habilidade de ser!
Entre tuneis e corações abandonados
O grito das nossas emoções
Tal quão vê!
No nosso passado
O que nos parece agora!
Olhos negros ceifando as emoções
deslizando entre o saneamento básico
em direçao ao Passúna
Um rampar, dropar
Mandorová pulou pelo cano
deixou de ser um parasita dentro do bufalo
Em um saltar se refrescando no pulo
Grunhiu mais uma vez, em um sentimento de poder!
Respirou a vida, mergulhou nas aguas pra se limpar
onde agora eu vou parasitar?
rasgando as aguas limpando seu passado
em direção Araucária
Livro 2
A Maldição de Araucária
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