CACHORRO MOLENGA
Conto de terror
Lua de quarto minguante 🌘
Choques anafiláticos
Em uma noite gélida, o ar frio transmite desconfiança
Eu sempre quis saber pq aquela velha fica rondando a esquina
E ao lado dela um cachorro preto grande enorme,,andando meio molenga.. eu já o chamava de cachorro molenga na minha mente
Largo da ordem
Domingo de manhã sim
Mas a noite é desordem
Uma vez rasgaram meu paletó por lá
Meti um carrerão, ainda bem que deu tempo
Cavalo babão babando sangue
Tomei um vinho de metanol
Pensei que iria conseguir fugir de mim mesmo
E na verdade consegui
Vamos andar
Vem que te levo
Um gato preto te seguindo pelos muros e marquises
De canto de olho
A velha com o cachorro molengão, agora de olhos vermelhos
Corri pra cima pro lado das escadarias e das ruínas
Ninguém por lá
A velha gritou
Pega ele pra mim
E o cachorro molengão disparou sem limites
Não dava tempo de agrada lo
Corri raspando as unhas pelas ruínas
Não deu tempo
Olhei caindo
O rosto do cachorro molengão era outro
Era o rosto da veia da esquina
Babando sangue igual o cavalo babão
Olhei na igreja aí lado
Aquela que sempre tem a porta fechada
Pestanejai e lembrei q tenho unhas
Também somos o demônio
Subi no topo da igreja
Virei gárgula


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